Sobre o Autor

RUI LUÍS (Lisboa, 1978). Em 2005 criou a empresa Ideias no Escuro, que se dedica aos Arquivos e Serviços de Digitalização e Tratamento de Arquivos Fílmicos e Fotográficos, da qual é director. É Co-fundador do MEF – Movimento de Expressão Fotográfica. Participou nos projectos Integrar pela Arte 2009/2010 e Intervir pela Arte 2009/2010. Em 2010 criou a revista cultural digital MUDA. Completou o curso Iniciação à Fotografia na APCC e o Curso Fotografia Aplicada com Luís Rocha da APAF. Realizou diversos workshops: Pintura de Fotografia a Preto e Branco com Sheryl Windsor; Polaroid Transfer pelo MEF; Organização e Disponibilização de Informação em Arquivos Fotográficos pelo CPF; Processos Fotográficos de Memória, Fotografia em Movimento, pelo CEM com o fotógrafo Luís Rocha.
Expõe desde 2000 nas exposições colectivas do MEF: no Museu da Electricidade; no Teatro a Barraca; na Galeria da Junta de Freguesia de Carnide; no Pavilhão Preto do Museu da Cidade em Lisboa; na Estufa-fria de Lisboa; Exposição colectiva de fotografia “Periferias”. Participou na exposição colectiva no Panteão Nacional em Lisboa com o projecto Feira da Ladra e na V Bienal da Moita. Expôs o projecto Be On Stage no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e no Cine-Teatro Joaquim de Almeida no Montijo e “Santa Apolónia 6:41” na Livraria Trama, em Lisboa. Em 2022 participa na residência artística Celeuma, organizada pela associação Tira-Olhos e na respectiva exposição colectiva no Festival Fotografia Analógica na Chamusca.
Em 1999 obteve o 1º prémio da Maratona Fotográfica de Lisboa e em 2007 recebeu o 2º Prémio do concurso Novos Talentos Worten. Em 2012 participou no Doclisboa com o filme Artigo 45º. Em 2014 inicia o projecto editorial Ideias no Escuro Archives, associado ao arquivo media Ideias no Escuro, com a edição da colecção de 24 livros Class_ em parceria com o designer gráfico Paulo Condez dos Estúdios NADA, e desde então até à actualidade tem editado diversos livros/publicações com base em fotografia de Arquivo.
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Como decorre a residência

19 a 23 de Junho
Os/as participantes serão convidados/as a assentar arraiais no Edifício de São Francisco, na Chamusca, para, durante o período da residência, desenvolver trabalho editorial com apoio e orientação do autor e editor Rui Luís, que partilhará o espaço de residência com os/as participantes.
O Edifício de São Francisco é um espaço amplo, dispondo de sala de trabalho, espaços de convívio, vários quartos, uma cozinha grande e casas-de-banho.
Durante 5 dias, os/as participantes ocuparão a sala de trabalho disponível, equipada com mesas e painéis de trabalho, bem como impressora e consumíveis de que se poderão servir para materializar o trabalho-em-curso.
Tratando-se de uma residência focada na criação editorial, caberá a cada participante escolher que fase (ou fases) de trabalho lhe interessará mais explorar (pesquisa, arquivo, captura de imagens, selecção/edição de imagens, maquetagem, pré-produção, etc.), não havendo qualquer imposição sobre a concretização de um projeto na sua totalidade ou etapas de finalização.
Espera-se que os/as participantes cheguem na véspera do arranque da residência (dia 18 de Junho, entre as 16h e as 19h) e abandonem o edifício no final do último dia (23 de Junho).
O que esperar
Durante o período alocado, os/as participantes poderão contar com o apoio do artista convidado. O trabalho produzido durante esta residência poderá ser mostrado durante o Festival Analógica, em Outubro, em formato adaptado aos espaços disponíveis.
Com um número máximo de 10 participantes, é de esperar que, durante o período da residência, o convívio e o trabalho decorram de forma tranquila e num ambiente empático e familiar.
O valor de inscrição contempla a estadia durante o período de residência, bem como acesso indiscriminado a consumíveis de impressão, mas não contempla transportes e alimentação. Os/as participantes poderão organizar-se no sentido de utilizar a cozinha da casa. Será disponibilizada informação em relação aos espaços de restauração, bem como a outros serviços que poderão utilizar.
O valor de inscrição contempla um seguro de responsabilidade civil, mas cada participante será responsável pelos seus bens pessoais (equipamentos, etc.), não se responsabilizando a organização por qualquer dano ou extravio que possa acontecer no contexto da residência.
O que é preciso levar
Os/as participantes deverão levar o seu equipamento fotográfico e/ou informático (computadores para edição de imagem). A sala de trabalho estará equipada com ferramentas adequadas ao trabalho em curso: mesas, painéis, tapetes e ferramentas de corte, dobradeiras, guilhotina, etc.
O alojamento no Edifício será feito em quartos partilhados, pelo que à chegada os/as participantes deverão organizar-se nesse sentido. Não precisarão de levar roupa de cama, apenas os utensílios de higiene pessoal (toalhões, sabão, etc.).
Quem pode participar
Qualquer pessoa interessada no conteúdo desta residência pode participar, desde que reúna as seguintes condições:
- Ser maior de 18 anos de idade;
- Levar o material necessário para o trabalho que pretende realizar (câmara(s), e/ou computador, e/ou arquivo de imagens, e/ou maquetes editoriais, etc.);
- Ter disponibilidade para conviver e trabalhar em equipa.
Como se inscrever
O valor de participação por pessoa é de 325€.
Para se inscrever, deverá preencher e submeter o formulário, momento após o qual será contactado pela equipa do Analógica para poder confirmar e reservar a sua vaga.
Se, por algum acaso, não obtiver resposta no prazo máximo de 3 dias úteis, contacte-nos. Somos humanos, não máquinas.
